domingo, 6 de fevereiro de 2011

Viagem 6: Friburgo

[Em 22.01.2011 - data da viagem
Por: SUANNY NOGUEIRA]

Link do facebook: não tem

Ida e volta: 22.01 (todos foram) /23.01 (alguns dormiram)

Transporte: APAE (conseguido através de contato com Ana Paula, secretária administrativa da prefeitura?)
Contato: Dorinha

Local de estadia: APAE



 Lista de presença: 
1 - Suanny Nogueira
2 - Paloma Abelin
3 - Aline Matias
4 -Joelma Bello
5 - Letícia Reis
6 - Cristiana Freitas
7 - Sábata Moraes
8 - Ana Tereza
9 - Joana Lezan
10 - Carlos Eduardo Silveira
11 - Milena Paiva

Encontrando quem tinha chegado no dia anterior:
12 - Paula Milward
13 - Eduardo Moura
14 - Tiko Santos
15 - Mãe do Tiko


Obs.: Os que passaram a noite foram Suanny, Eduardo, Paula, Francisco, Tereza, Carlos Eduardo, Mãe do Francisco.


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[PAULA MILWARD]
Link facebook: http://www.facebook.com/home.php?sk=group_146794312041363&view=permalink&id=148850935169034

Gente,
quanto à Friburgo e seu estado de organização formal para trabalharmos, caótico num primeiro momento. Encontramos alguns caminhos lá: Instituto Karumã e pela via da coordenação de saúde mental do município, e o Creas de assistência social pelo qual tínhamos entrado (Contato Gilberto. que nos propusemos a dar um retorno: Milena).
tudo bem que a essa altura eles já devem estar mais organizados, mas resta ainda resolvermos essa articulaçao com a cidade.
Ao mesmo tempo temos uma espécie de compromisso de voltar à Campo do Coelho na igreja batista, então proponho, se der certo, que essa articulação com o município já seja direcionada para a região de Campo do Coelho. O que acham?

Milena, conseguiu o tel da SM de lá?

E esse cadastramento no ministério da saúde, será que podemos fazer mesmo sem CRP? é interessante pra nós?

Ainda estou meio perdida nesse facebook, então se eu estiver escrevendo no lugar errado me perdoem...

Bjos de quem quer voltar,
Paula

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[SUANNY NOGUEIRA]
Link facebook: (não escrevi nada lá)

Localidades a q fomos:
Da primeira vez q fomos tiveram várias demandas diferentes q me fizeram pensar o q eu estava fazendo lá.
No primeiro dia tiveram vários grupos. O primeiro (Letícia e Joana) ficaram na Igreja de Santa Terezinha no Centro, o segundo (Paloma, Eduardo, Carlos Eduardo, Cristiana) ficaram na Escola Lafayete Bravo na Floresta, o terceiro (Paula, Tiko, Milena) seguiram num carro de bombeiro acredito q pro Parque das Flores (???????) e eu, Sábata, Aline e Joelma, depois de muito rodar, paramos na Igreja de São Pedro e São Paulo, que fica no bairro de Duas Pedras de Lazareto.

(1º detalhe: Com várias pessoas cobrimos várias áreas de uma certa forma, claro, não inteiramente.)

Primeiro dia:
A recepção a gente foi rápida e direta: "Voltem daqui a uns 30 dias" disse o responsável.Visto q as pessoas foram se aproximando e falando fui montando uma roda d cadeiras q acabou se estabilizando por ela mesma. O grupo acabou se separando.
Nessa minha primeira atuação não perguntava o q tinha acontecido. Eles q deveriam dizer o q quisessem. Queria saber como estava o ambiente. Fatalmente acabavam falando do ocorrido. O padre colaborou com o trabalho. Até risos saíram quando uma das mulheres do grupo falou q beberia um cerveja na pracinha... só q a precinha não exitia mais! hehehe

(2º detalhe: liberdade pras pessoas falarem mais sobre qualquer coisa
3º detalhes: não esperem ser sempre bem recebidos. Foi um toque ouvi na van e q funcionou)

Segundo dia:
Conversamos um pouco com o corpo de bombeiros. Fomos a um hospital d campanha deles e conhecemos a equipe de psicólogos chamados pela prefeitura q são do Instituto Karunã (). Ficaram d nos enviar algum material, pois são especialistas em situações d emergência. A coesão q tentei focar foi no diferenial a nós aqui poderíamos tentar dar maior continuidade ao trabalho do q eles q são de Sp e sem data de volta.
No segundo dia decidimos ir todos conhecer o Campo do Coelho. Conhecemos o pastor Antônio Carlos q se interessou muito pelo nosso trabalho. Ele queria inclusive aprender psicologia. Escolheu algumas famílias q estavam precisando e nos enviou.

Eu e Milena fomos a uma casa com uma família q morava no mesmo terreno e agora no mesmo lugar. Fizemos uma roda primeiramente. A recepção foi boa. Pra mim era muito estranho entrar na casa d alguém para saber diretamente como eles estavam sem q eles pudessem trazer mais livremente. Mas éramos enviados do pastor. Era outra situação. Visto q uma menina não queria muito falar arranjei um pretexto e fiquei só com ela, enquanto Milena trabalhava com os outros, e funcionou.

(3º: por mais q digam q se deve mais trabalhar em grupo, quando o grupo é uma família ou um grupo velho conhecido pode ser mais difícil, sendo necessário separar, pelo q eu achei.)

Depois o pastor quis q fôssemos conversar com algumas famílias q moravam em situação de risco e convencê-los a sair. Pensei se eu devia fazer isso. MAs se um paciente meu fosse se suicidar a gente tentaria agir em favor da vida na medida do possível, né? Fiquei mais na questão da troca, de ouvir o q eles tinham a dizer, quais as dificuldades e tentei tb plantar a idéia de q seria bom poder dormir mesmo q chovendo.Não precisar ter medo... enfim, confuso e bom. 

Idéias:
Conversando na van pesamos q temos q reforçar a rede de Saúde Mental de Friburgo pra q não criemos uma demanda q sem os voluntários eles não possam atender.
Incentivar q ou na Defesa Civil, ou na prefeitura, onde quer q fosse, alguém nos cadastrasse, podendo registrar nossa passagem e q possamos dar um retorno do nosso trabalho numa cooperação com eles.
Vimos como é importante vir como uma instituição como no caso do Instituto Karunã q foi requisitado pela prefeitua pra trabalhar. Ficaram d nos dar materiais.

Por hj é só (tudo isso!! hehehe)

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[Em: 24.01.2011
Por: FRANCISCO (TIKO) SANTOS JR]
Link do Facebook: http://www.facebook.com/home.php?sk=group_146794312041363&view=permalink&id=148397988547662
Local: em "comentários"
Oi pessoal! Estivemos em Friburgo e a situação nos pareceu menos estruturada que em Terê. Éramos 14 pessoas no total, mas precisamos nomear estratégias mais eficazes pra que nosso trabalho tenha mais sucesso. Perdemos muito tempo tentando localizar abrigos, e tanto a Defesa Civil quanto a Prefeitura estão dando os primeiros passos na assistência psicológica, e não sabem fornecer informações precisas e atualizadas sobre a situação dos abrigos. Existem voluntários do Instituto Karunã atendendo nos postos da Defesa Civil (encontramos com alguns no Hospital de Campanha montado numa praça no Centro, e pudemos trocar informações e contatos úteis), mas somente àquelas pessoas que conseguem chegar até eles. Enfim... é preciso uma reunião onde os pontos sejam levantados e onde possamos traçar planos de ação mais práticos e estratégicos. Aguardo vcs na quarta, no ICGT!
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